Metodologia

Como funciona

A cada hora o sistema consulta as fontes abaixo, agrupa as notícias que tratam do mesmo acontecimento, classifica com inteligência artificial e aplica travas automáticas de evidência: nenhum evento chega a Alerta sem confirmação por fonte oficial ou por duas agências independentes, e Emergência exige fonte oficial. Rumor sem confirmação fica no máximo em Atenção.

Níveis

NÍVEL 0 — NORMAL: nenhuma alteração relevante. Notícia de rotina, declaração sem consequência prática, evento local sem efeito fora da cidade.
NÍVEL 1 — ATENÇÃO: sinal inicial confiável que merece acompanhamento, sem ameaça imediata demonstrada. Ex.: aumento de tensão diplomática, exercício militar anunciado, alerta meteorológico regional, alta de preço sem falta de produto, surto localizado comunicado pela OMS.
NÍVEL 2 — PREOCUPAÇÃO: mudança relevante confirmada por fontes independentes, com consequência plausível. Ex.: ataque militar entre países, bloqueio parcial de rota comercial, apagão regional de horas, ataque cibernético a serviço essencial, restrição oficial de exportação de alimento importante, emergência sanitária com transmissão entre países.
NÍVEL 3 — ALERTA: risco concreto e documentado de afetar serviços, deslocamento, abastecimento ou segurança numa região definida. Exige fonte oficial OU duas agências independentes. Ex.: guerra ativa com ataques a infraestrutura, fechamento de rota que já reduz oferta de combustível, racionamento anunciado, declaração oficial de emergência regional, alerta de "Grande Perigo" da Defesa Civil/INMET.
NÍVEL 4 — EMERGÊNCIA: evento grave confirmado ou alerta oficial que exige providência imediata da população afetada. Exige fonte oficial. Ex.: ordem de evacuação, ataque nuclear ou a usina nuclear com liberação de radiação, apagão nacional, ataque armado ao território do país do leitor, desabastecimento confirmado de combustível/água em grande região.

Regras gerais:
- O nível mede risco NOVO e AGUDO, não a gravidade histórica de uma situação. Crise humanitária crônica (deslocamento prolongado, fome persistente, conflito de longa duração sem fato novo) fica em 1 ou 2. Só sobe para 3+ com escalada nova e concreta (ofensiva nova, ataque a infraestrutura, bloqueio de rota, emergência declarada).
- Evento local (uma cidade, uma tempestade) só chega a 3 se houver alerta oficial de perigo para aquela região; ele não muda o nível geral do mundo.
- O nível é classificação operacional do sistema, não previsão científica. Não invente probabilidade em porcentagem.
- Preparação preventiva de governo (exercício, teste de sistema de alerta, plano de contingência) NÃO é evidência de crise. Teste do sistema de alerta é nível 0, a não ser que seja alerta real.
- Movimento isolado de preço não prova conflito nem crise.
- Acontecimentos simultâneos não são, por si, um plano coordenado.
- Notícia antiga recirculada não conta como fato novo.
- Rumor de rede social sem confirmação: no máximo nível 1 e status "nao_confirmado".

Fontes

GDACS (ONU/Comissão Europeia)Oficial
USGS — terremotos significativosOficial
OMS — surtos de doençasOficial
ONU NewsOficial
AIEA (energia nuclear)Oficial
ECDC (saúde, União Europeia)Oficial
NOAA/NWS — alertas extremosOficial
Departamento de Estado — alertas de viagemOficial
Departamento de Defesa dos EUAOficial
Casa BrancaOficial
EIA — energia dos EUAOficial
CISA — vulnerabilidades exploradas (KEV)Oficial
FEMA/DHS/CISA (via busca)Oficial
INMET — avisos meteorológicosOficial
Defesa Civil/MRE/ANEEL/ONS/ANP (via busca)Oficial
BBC WorldAgência
Al JazeeraImprensa
NPR WorldImprensa
Busca: Irã/Ormuz/Oriente MédioImprensa
Busca: China/TaiwanImprensa
Busca: Rússia/OTAN/UcrâniaImprensa
Busca: nuclearImprensa
Busca: apagões e energiaImprensa
Busca: ataques cibernéticosImprensa
Busca: alimentos e exportaçõesImprensa
Busca: surtos e pandemiaImprensa
Busca: petróleoImprensa
Busca: Brasil — emergênciasImprensa
Busca: Brasília/DFImprensa
Busca: Brasil — combustíveis e abastecimentoImprensa
Busca: América LatinaImprensa

Limitações: FEMA, DHS e CISA bloqueiam acesso automatizado e são acompanhados pelo que publicam, via busca. Preços de petróleo vêm do noticiário, não de cotação em tempo real. A classificação é operacional, não previsão científica.